quinta-feira, 30 de julho de 2009

O futuro da informação, das redes sociais e dos usuários - A maior corrida idiota da humanidade.

Penso que tudo o que escrevo aqui é pessoal. Isso significa que, às vezes, minha opinião não satisfaz a todos ou parte das pessoas que acessa o blog ou que me conhece. E realmente não é para satisfazer, afinal, não criei o blog para agradar ninguém. Aliás, eu realmente não faço esforço nenhum para isso. Desvirtuar sua personalidade e sua atitude para agradar alguém ou alguma determinada situação é como prostituir seu caráter e seu intelecto. Isso eu dispenso.

Como vivemos numa democracia, todo esse tempo ele ficou livre para comentários. Apesar do blog estar acabando, ele serviu como uma troca de experiências e informações com quem eu conheço e com quem não conheço. Conheci opiniões e situações novas, troquei informações e por isso é válido. Mas pense: até quando será válido? Até quando uma informação que compartilho aqui ou ali é válida? Até que ponto ela é relevante pra quem lê?

Hoje, a velocidade que uma informação é transmitida pela web é uma dádiva. Que é uma revolução, ninguém discute. Só há um ponto cego nisso que poucos conseguem ver: até que ponto isso é realmente bom?

Como há, felizmente, mentes pensantes na rede, essa discussão está tomando forma, principalmente porque há alguns anos já vem atingindo a mídia tradicional, jornais e tv. E o contra-ataque está vindo. Um exemplo claro é a proposta do Estadão em seu novo comercial, que pergunta quanto vale uma informação e o quanto essa informação é importante para sua vida. De maneira alguma eles citam o problema, mas para um bom entendedor, é preciso citar?

Isso está gerando várias discussões sobre relevância da informação e não precisa ser um expert para notar que obviamente tudo está ligado aos serviços da era web 2.0, onde os usuários, com seus blogs, perfis em redes e twitters estão travando um duelo contra portais de informação, tudo para ver quem sai primeiro na foto ou quem fica com a primeira fatia do bolo. Afinal, se hoje a informação é gratuita, em larga escala e se espalha como um vírus, qual relevância ela possui? Qual fonte é a mais confiável? De onde partiu a informação? Quem publicou? Quem repassou? E o principal: por que acreditar nela?

Para chegar numa conclusão (ou não, depende do seu ponto de vista) é preciso analisar como chegamos numa situação caótica como essa. E caótica foi a melhor definição que achei para o 2º boom que aconteceu na internet em 2004, onde um burburinho chamado web 2.0 criou um monstro chamado usuário. A descrição de monstro pode parecer assustadora, e realmente é, baseado em tudo aquilo que já vi e que já analisei durante muito tempo. Então chegou a hora de falar de você, usuário, sem tentar colocar a culpa do caos no seu lombo. Não sei se vou conseguir, até porque, antes de ser Web Designer, também sou um usuário. Estamos no mesmo barco?

Sou Web Designer há 9 anos, acesso a web há 14 e isso não é nenhuma glória. Pelo contrário, se pudesse voltar no tempo, hoje trabalharia apenas com animação e edição de vídeo, quem sabe edição de som também, que muito me agrada. Mas tudo bem, a web fez minha cabeça, assim como hoje ela faz a sua. E realmente hoje, as possibilidades são infinitas, muito diferente de 15 anos atrás, onde a limitação já começava pela conexão.

Nesse tempo, já usei ou fui obrigado a usar, pela profissão, todas as “drogas” que a web possui, até chegar a era 2.0. Foi quando tudo mudou. Muitas coisas vieram para revolucionar e hoje não vivemos sem nenhum serviço dela, pois ela se tornou uma plataforma de mídia tão extensa que seus aplicativos se multiplicam na velocidade da luz e em uma variedade assustadora. E esse milagre da multiplicação foi pensando em você, usuário. E todos esses serviços que hoje você desfruta acabou mudando seu comportamento e você nem percebeu. Talvez nunca irá perceber.

O poder da informação e da geração de conteúdo, que antes era restrito a quem desenvolvia, começou a fazer parte da grande massa. E como se isso fosse o Santo Graal da existência virtual, você, usuário, pensou: "Espera aí, tudo isso, só pra mim? Então agora quem manda aqui sou eu, porque eu posso criar informação e conteúdo, posso copiar e ainda compartilho com quem eu quiser. Quem é que manda agora?". E assim, o poder da geração de conteúdo, seja ele em texto, imagem ou vídeo, passou a fazer parte da sua vida.

Ótimo! Realmente, é uma dádiva! E estou falando sério. Quantas coisas boas surgiram com o termo "compartilhar" da era 2.0 não está escrito no gibi (eu sei, desenterrei). Quanto já aproveitei e continuo aproveitando, não tenho idéia! Mas como se não houvesse nada de errado, tudo continuou crescendo mais e mais. Só que esse crescimento cegou a todos. O resultado disso é uma avalanche de informação e de conteúdo, aqui e ali, sem parar, desencontrada, descontrolada, sem relevância, porcamente escrita ou roteirizada, o verdadeiro caos que citei no início. E o maior reflexo disso é o conteúdo que hoje é disponibilizado na rede e que parte de você, usuário. E um dos maiores exemplos disso acontece nas redes sociais.

Depois de tantos anos e de ver tantos comportamentos, chego à conclusão de que, diferente do passado, hoje, a notoriedade e a aparência são importantes demais nesse mundo artificial. Se algo acontece e você é o primeiro a compartilhar, ponto pra você. Se nada acontece e você é o primeiro a compartilhar, ponto pra você também. Em busca do primeiro lugar e da notoriedade, ninguém respeita ninguém: tudo o que eu disse você já disse; tudo o que eu vi você já viu; tudo que eu fiz você já fez, e fez melhor, porque você, usuário, quer ser melhor do que eu e do que o resto do mundo. Você quer ser melhor e você quer mais, sempre mais. Nada é suficiente, nada te deixa satisfeito.

Se não bastasse, essa busca pela notoriedade e pela fama é tão grande que faz com que as pessoas busquem autopromoção nas redes, seja burlando sistemas através de scripts ou se prostituindo virtualmente para conseguir mais "amigos" ou "seguidores", como se isso fosse algum mérito, como se aquilo que você tem a dizer ou a compartilhar fosse relevante ou a mais pura verdade, ou algo tão importante para a vida de milhares de pessoas.

Este é o reflexo de uma terra sem lei, repleta de leões que caçam uns aos outros em busca de alimentar seus próprios egos e que atualmente geram a maior corrida sem noção da história da humanidade: quem vai chegar na frente do... nada?

Pense, a maior corrida idiota da humanidade pode estar acontecendo agora, debaixo do seu nariz, e você, direta ou indiretamente, está participando disso. Não se orgulhe. É uma corrida que leva do zero ao nada, onde as pessoas que participam nunca são burras, feias ou vagabundas: elas sempre possuem algo bom para compartilhar, informações importantes para sua vida, fotos lindas do último fim de semana e todo o resto de coisas interessantes que possam ocorrer nesse mundo de maravilhas. E claro, de mentiras.

Em busca desse nada, elas passam por cima de direitos, desrespeitam a si mesmos e ainda conseguem enganar uma legião de seguidores, muitos deles cegos pelo hype que, por ironia, eles próprios criaram. E isso ninguém percebe. Ao compartilhar ou criar informação e conteúdo, os próprios usuários, que por lógica são diferentes entre si, acabam alimentando-se uns aos outros num ciclo virtual, ao criar uma rede de compartilhamento em que a razão e o bom senso são deixados de lado, justamente para que esses conteúdos que eles disponibilizam sejam os mais vistos ou os mais comentados da vez. Afinal, quem vai ser o melhor usuário dos últimos tempos da última semana?

Com essa guerra de egos, de informação, de conteúdo e de compartilhamento na rede, para a maioria e até para quem acha que entende de mídia e de relacionamento, fica a errada impressão de que quanto mais compartilhar, melhor. E assim, a informação correta, que antes passava por vários critérios de avaliação antes de ser publicada para as massas, deixou de ser um privilégio e de ser algo relevante e passou a ser a coisa mais corriqueira do mundo. Até um diploma de jornalismo virou algo sem importância.

É preciso deixar claro que não sou a favor da centralização da mídia ou da informação em geral, aliás, se a web 2.0 tem um grande trunfo, é esse, a descentralização da informação e do conteúdo. O problema está em dar poder nas mãos de quem não sabe o que fazer com ele.

Talvez tudo isso seja reflexo da nossa própria cultura ou ainda, pensando mais adiante, da nossa própria natureza. O que eu realmente sei é que este é um caminho sem volta e quem perde com tudo isso somos nós mesmos.

Hoje, a verdade e a mentira estão de mãos dadas. São raras as pessoas que conseguem distinguir o valor de uma informação e o quão ela é relevante para sua vida. Pensando nisso, num exercício de futurologia, imagino um mundo aonde mais nenhum fato irá nos surpreender. Com tanta informação viajando o mundo em questões de milésimos de segundo, se o mundo começar a acabar no Japão, ainda vai sobrar um tempo para nós, brasileiros, colocarmos mais um post em nosso blog ou em nosso Twitter, informando a desgraça e o fim da raça humana. Quem vai ser o primeiro?


domingo, 26 de julho de 2009

So be it...

O clima de fim de feira já passou por aqui e deixou uma vontade enorme de fazer uma limpeza em tudo que já foi dito. Ainda virão mais posts até o final de julho, mas agosto começa sem Headwires na minha vida.

Optei por voltar com o blog de 2001, mas vendo com outros olhos, ele ainda está tão... 2001! E sendo assim, jã não "desce" mais, assim como outras coisas que estão entaladas na minha garganta. Então é preciso empurrar tudo pra baixo e começar a fazer digestão desse emaranhado de idéias.

So be it!


domingo, 19 de julho de 2009

Um blog, dois blogs, três blogs...

Este blog terá vida nova em breve. É sério. Possivelmente haverá uma migração para o Tumblr, mas ainda estou estudando a possibilidade.

Antes de migrar, está saindo do forno um texto que explicará realmente porque este espaço aqui é um emaranhado de idéias. É sobre web 2.0, informação, relevância, redes sociais e você, ser chamado "usuário". Já peço desculpas antecipadamente pela verdade que será estampada por aqui. Mas posso garantir que você, usuário, é um monstro e não sabe. Ainda.


domingo, 12 de julho de 2009

District 9

Inspirado em Half-Life? Gostei da prévia!




sexta-feira, 3 de julho de 2009

A longa cauda dos blogs está morrendo (?)

do Blog da Folha

Link

"Onde foi parar todo mundo?", perguntou dias atrás o Guardian, sob o enunciado acima. "Foram todos para o Facebook e especialmente o Twitter." O jornal se referia aos próprios blogs que acompanha e busca, que estão deixando de ser atualizados:

Por quê? Porque blogar não é fácil. Ou melhor, outras coisas são mais fáceis e é para coisas fáceis que as pessoas estão indo.

A blogosfera continua com leitura, "mas, para a criação de conteúdo amador, seu apogeu passou".

Vale também para a caixa de comentários, diz Tiago Dória. O público mais "hard user" agora comenta no Twitter, o que leva ferramentas como WordPress, com o plugin Tweetbacks, e os sites de mídia tradicional a destacar os "tweets" diretamente.

O Blue Bus ressalta que até a CNN, na transmissão de televisão, agora traz as mensagens "no rodapé, em tempo real".

E o "Financial Times" afirma que o Bing da Microsoft tornou-se anteontem a primeira ferramenta de busca a mostrar "tweets" em seus resultados. Não é verdade. O Google, desde o fim de semana, pelo menos, já abrange o Twitter. Nos dois casos, experimentalmente.

Nota do blog: Em breve pretendo postar a respeito disso, quanto tiver tempo. E ele, o tempo, talvez seja um dos maiores responsáveis por essa "sensação" a respeito dos blogs, inclusive o meu. Tempo! Onde se compra?


sexta-feira, 26 de junho de 2009

Um fenômeno chamado Michael Bay

Não é hora de crítica do Transformers 2, mas essa notícia não pode passar em branco.

Transformers 2, mesmo com 90% de críticas negativas - incluindo a minha - fez 100 milhões de dólares no primeiro dia de exibição no mundo todo. Primeiro dia. Isso significa que em uma semana ele terá seus custos revertidos e será apenas lucro para Michael Bay, Hasbro, Dreamworks e Paramount.

O filme é ruim, fato. Nem de perto se compara ao primeiro. Então, o que há por trás de um sucesso desse? A resposta é ele, Michael Bay.

Mesmo com tantos clichês, mesmo com atuações pífias, mesmo com tantas explosões, câmeras tremidas e contra-luz, os filmes dele dão o que falar e sempre rendem a grana esperada, muitas vezes, até ultrapassando a expectativa. Ele é uma máquina de fazer dinheiro justamente porque ele entende o que os outros diretores de Hollywood não entendem: as férias norte-americanas.

Pode notar, os filmes de Michael Bay são lançados sempre no meio do ano. Ele está de olho no público que passou o ano todo trabalhando e estudando e que agora quer apenas sair zoar com os amigos ou bater um papo informal. Convenhamos, férias + verão, batendo na sua porta, fica difícil você ir ao cinema ver algum drama.

Para entusiastas de filme 100% ação, Michael Bay cai como uma luva. E mesmo sendo difícil deixar o cérebro em casa para assistir a um filme dele, às vezes, vale o esforço, porque chega a ser divertido, mesmo quando resultado final é tão péssimo como esse último.


quinta-feira, 25 de junho de 2009

Éééééé dooo Braaaaasssiiiiillllllll!!!

Hoje na agência ouvimos o jogo do Brasil pela Pan. Cheguei a terrível conclusão: Nilson César é o Michael Bay do rádio brasileiro: empolgação exagerada, adrenalina a mil, ruídos e sons inusitados, gritaria, momentos de calma que são interrompidos por uma ação frenética sem igual, clichês narrativos e eteceteras... Ou seja... Apesar disso tudo, é divertido.


quarta-feira, 24 de junho de 2009

Somos todos criminosos?

Que a web é uma terra sem dono e sem lei (até então), todo mundo já sabe. Mas as coisas pioram quando você vê seu santo nome (mentira) sendo distribuído pelos sites e buscadores em vão.

Na verdade, não é em vão. Isso só significa uma coisa: você participa da web, de certa maneira colaborativa, em redes sociais, interagindo com várias pessoas e compartilhando material de sua autoria. Isso é bom, afinal, você troca idéias e conhece gente interessante que irá adicionar algo na sua bagagem cultural ou utiliza o restante para entreter ou até mesmo perder tempo.

Só que o lance começa a pesar quando você percebe que algum conteúdo "seu" está sendo distribuído de maneira indevida ou sendo repassado a milhares de pessoas sem os devidos créditos. Reparou nas aspas do "seu" ali em cima? Pensa comigo: conteúdo seu? Quem disse?

Uma vez que tudo está na rede, esqueça: já se tornou domínio público. Salvo, claro, raras exceções com direitos autorais de grandes companhias, personalidades e celebridades. Mas os pobres mortais que por ventura começam a disponibilizar conteúdo na internet estão sujeitos a terem seus direitos violados, e como não há controle sobre isso, só há uma coisa a fazer: se conformar ou parar.

Como parar é algo muito radical, ainda mais com quem trabalha com internet, só resta a conformação mesmo.

O que chega a incomodar na verdade é o fato de que as pessoas usam coisas suas (lembre-se, que não é mais sua) sem dó mesmo, na base do Ctrl C + Ctrl V. Um exemplo clássico que acontece comigo são as pinturas da minha página no deviantART e também alguns textos desse blog. Principalmente com as pinturas digitais, o modo como elas se alastram livremente por aí é um tanto quanto assustador. Mas tudo bem, é hobby, não é pra se levar a sério mesmo. Só que pela primeira vez eu sinto uma pontinha de: "peraí, calma aí moçada, não é bem assim!". E mais uma vez fica claro que as pessoas só começam a se importar com o que é certo ou errado na web quando algo desse tipo acontece com elas, quando acontece com você ou comigo.

Isso nem é uma queixa, é apenas a verdade. Enquanto nada te atinge, você não para pra ver se está agindo de forma correta ou não, mas, quando essa situação se inverte, aí o seu calo aperta. Engraçado, não?

Essa é uma autocrítica, simples, mas que serve para qualquer um. Serve para repensar atos e principalmente repensar a distribuição de conteúdo na rede, pois alguma obra sua pode estar em jogo, seja ela literária, artística, musical ou outra qualquer.

Se um exemplo pessoal como esse já reflete negativamente, imagina para uma grande companhia? Acredite, 90% das pessoas que utilizam a rede nunca irão imaginar o que é isso para uma grande companhia. Eu tento imaginar e na minha cabeça só vem pesadelos com direitos autorais e o pior, essa é a realidade da indústria fonográfica atual e possivelmente da indústria cinematográfica e editorial num futuro breve.

O que fazer para controlar isso, ninguém sabe. Não há solução aparente e duvido muito que surja algo de relevância nos próximos 10 anos ou mais. O que pode ser feito de imediato seria dar os devidos créditos ao autor, seja por uma música, vídeo, imagem, foto, texto, etc. Essa é uma política que já é adotada por vários blogs, por várias redes e portais, mas está longe de ser unanimidade entre os usuários comuns. Mas custa pensar um pouco mais nisso, caro usuário?

Desde o começo desse blog, resolvi ilustrar os posts com artes ou fotos do DA, dando os devidos créditos aos autores. Pode pesquisar no histórico, tudo que não é de minha autoria tem seu crédito repassado. Isso trouxe ao blog 4 e-mails dos donos das artes, dois gringos, um espanhol e um brazuca, agradecendo aos créditos. Isso é importante, pois tudo que repasso aqui é baseado na Licença Creative Commons, que sabiamente o DA utiliza para classificar os direitos das obras que são compartilhadas por lá. Então quando os devidos créditos são dados e a licença é respeitada, os problemas não existem.

Então, por que as pessoas não pensam em respeitar mais esses direitos e essas licenças?

A resposta: por quê? Não é mesmo? Na web não há lei, não há controle e também não há bom senso, nem meu e nem seu, nem de ninguém, porque na verdade, ninguém está dando a mínima para direitos autorais numa terra onde tudo acontece ao mesmo tempo e numa velocidade assustadora. Mesmo eu, que utilizo referências através das licenças, acabo desrespeitando músicos, baixando seus álbuns completos. E olha que faço isso há mais de 12 anos.

Hoje, o usuário da web tem esse pensamento: "Não somos fora-da-lei, porque se não existe lei, não há o que obedecer, não há regra a ser cumprida".

Baseado na experiência do usuário, o tempo passa e percebo que não existe conscientização coletiva quando se trata desses assuntos. E na verdade, isso nunca irá existir, pelo menos na web. Será que alguém vê luz no fim do túnel? Será que a tal lei federal, que está sendo discutida, pode resolver tudo isso? Será que eu vou gostar disso? Será que você vai gostar?

Tudo isso é uma incógnita e respeitar direitos autorais na web é a maior utopia desde a maior utopia da história da humanidade: "paz na Terra". Sabe quando? Nunca.

Arte: Jean-Sébastien Monzani | http://jmonzani.deviantart.com/

Arte: Jean-Sébastien Monzani