da Folha Online
O Procon vai abrir uma segunda frente de investigação para apurar possíveis irregularidades na venda de ingressos para os shows de Madonna no Brasil, informa a neste sábado a coluna de Mônica Bergamo, publicada pela Folha.
A cantora, que completou 50 anos no último sábado (16), fará duas apresentações no Brasil após 15 anos desde sua última visita ao país.
No dia 14 de dezembro, a pop star fará um show no estádio do Maracanã (Rio de Janeiro) e, a seguir, no dia 18, ela se apresenta em São Paulo, no estádio do Morumbi.
Um fiscal do Procon vai acompanhar a venda eletrônica de ingressos para o show de Madonna para identificar possíveis irregularidades. O Procon questiona o cadastramento exigido pela Time 4 Fun, produtora do evento. Ao se cadastrar, o consumor precisa fornecer números de documentos e responder a que shows internacionais gostaria de ver no Brasil. Tudo isso em troca de uma senha que não garante a compra das entradas.
O órgão quer investigar o funcionamento da taxa de entrega de bilhetes. Quem comprar pela internet ou por telefone terá de pagar ainda uma "taxa de conveniência".
A Time 4 Fun não se pronuncia sobre o assunto. A empresa, que já responde a outros processos no Procon, é acusada de cobrar pela entrega mesmo quando o consumidor decide retirar a entrada na bilheteria do espetáculo.
O Procon vai abrir uma segunda frente de investigação para apurar possíveis irregularidades na venda de ingressos para os shows de Madonna no Brasil, informa a neste sábado a coluna de Mônica Bergamo, publicada pela Folha.
A cantora, que completou 50 anos no último sábado (16), fará duas apresentações no Brasil após 15 anos desde sua última visita ao país.
No dia 14 de dezembro, a pop star fará um show no estádio do Maracanã (Rio de Janeiro) e, a seguir, no dia 18, ela se apresenta em São Paulo, no estádio do Morumbi.
Um fiscal do Procon vai acompanhar a venda eletrônica de ingressos para o show de Madonna para identificar possíveis irregularidades. O Procon questiona o cadastramento exigido pela Time 4 Fun, produtora do evento. Ao se cadastrar, o consumor precisa fornecer números de documentos e responder a que shows internacionais gostaria de ver no Brasil. Tudo isso em troca de uma senha que não garante a compra das entradas.
O órgão quer investigar o funcionamento da taxa de entrega de bilhetes. Quem comprar pela internet ou por telefone terá de pagar ainda uma "taxa de conveniência".
A Time 4 Fun não se pronuncia sobre o assunto. A empresa, que já responde a outros processos no Procon, é acusada de cobrar pela entrega mesmo quando o consumidor decide retirar a entrada na bilheteria do espetáculo.
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